Críticas
> As Luas de Vindor
Christian David
> As Luas de Vindor
Rosana Rios - AEILIJ PAULISTA - Junho 2010
> Eduarda na barriga do dragão
Manuel Filho - Dobras da Leitura - Abril 2008
> A Teiniaguá: mito e literatura
Tânia Piacentini - Dobras da Leitura - Ano VIII - N.º 46 - jun.jul. 2007
> Sobre o O rapaz que não era de Liverpool
Zero Hora, Segundo Caderno, 18.04.2006
> Sobre o O rapaz que não era de Liverpool
Por Peter O'Sagae - In.: www.dobrasdaleitura.com.br
> Sobre o O rapaz que não era de Liverpool
Ignozy Jornada Dornelles Júnior
> Sobre a Debaixo de mau tempo
Cunha de Leiradella
> Sobre a coleção Grilos
Revista Aplauso
> Sobre a coleção Grilos
Zero Hora, Caderno Patrola
> Sobre A cor das coisas findas
Jornal Porto & Vírgula, Ano XI, Número 1, Porto Alegre, 2 e 3/11/2004, páginas 06 e 07
> Sobre Teia de Silêncios
Vera Karam
> Sobre A dobra do mundo
Jornal Porto & Vírgula, Ano XI, Número 04, Porto Alegre, 9 e 10/11/2004, página 07
> Sobre A dobra do mundo
Luís Dill
Sobre Um palito diferente
Esse palito inventado pelo Caio Riter chama a atenção para aqueles que são "diferentes", que a nossa sociedade não suporta: acostumada a viver uma vida sempre igual, onde o que importa é a máscara do não-é-comigo, essa mesma sociedade olha com maus olhos qualquer pessoa que expresse a inocência de seus sentimentos e de suas idéias.(...) O texto de Caio Riter mostra que nem sempre as aparências são o melhor termômetro: reunindo-se aos outros "diferentes", podem sonhar um mundo mais nobre, mais digno, e onde, enfim, é possível viver a plenitude dos sentimentos
Luiz Antonio de Assis Brasil, escritor
Sobre O tesouro iluminado
"Com o mesmo cuidado de livros anteriores — Caio Riter é autor de Um palito diferente, (1994) e A Menina que Virou Bruxa, (1997) —, entrega a história de Alva, uma simpática estrelinha, prima da famosa Estrela Dalva. (...) O enredo é desenvolvido com delicadeza por Riter. Acostumado a falar com crianças, o escritor faz de O tesouro iluminado uma brincadeira que estimula a leitura."
Carlos Urbim, Zero Hora, 14.07.1999
"Há muita produção de literatura infanto-juvenil, sim, mas e daí? Importante é saber quem é e quem não é. Caio Riter é um grande escritor do gênero. Seu quarto livro O Tesouro Iluminado (WS, 1999) apresenta história bem-escrita e de forte e delicada imaginação. Fala de dois amigos, João e Luísa, que encontram uma pequena estrela. Maravilhoso! Recomendo."
Eduardo Jablonski, Gazeta dela stampa, junho/1999
Sobre Teia de silêncios
"...Caio Riter utiliza cores como símbolos da perfeição, do medo, da morte, formando imagens que descrevem o espaço social e psicológico. Dividida em partes, a obra apresenta personagens que procuram seu lugar no mundo. Os contos de Caio Riter conduzem o leitor a uma identificação com as personagens, seus problemas e buscas, tecendo uma teia que mostra como é difícil com ausências, silêncios e restos."
Maria Eloísa Nunes, Revista Blau, maio/2000
"Em um texto enxuto, o autor revela que o ser humano é imprevisível e se compraz (ou acomoda) em viver na errância. Assim as personagens ganham vida e nos conquistam pela aproximação com o real. Somadas à forma narrativa, que nos envolve feito teia, elas provocam a imaginação e a participação na busca de respostas para o caudal de questões e de questionamentos, que amarguram vidas tão anônimas. E tornam-se encanto e surpresa.
De forma mais estrita, o autor transforma em palavras a vida daqueles que não vivem, não falam, não são; permitindo-lhes ao menos um conto de desabafo. A composição estruturada em frases curtas remete à brevidade das personagens — não no sentido da existência propriamente dita —, mas no sentido de serem breves, curtos de vida vivida, escassos de viver, seja por serem escondidos, abafados, ou porque, simplesmente, a vida assim o quis. Histórias que remetem a pensamentos mais secretos ( aqueles enterrados em algum buraco da memória), ações imaginadas as quais não são compartilhadas com ninguém. São mais desejo do que corpo. Estão ali, no papel, nas palavras de Caio Riter ao abrir suas personagens vivas para olhos parentes.
Uma exposição intensa do interior do ser humano, que assusta pela vida ali expressa, como um reflexo de quem as encontra. Seus motes se espelham em ações imprevisivas do inconsciente, mas perfeitamente compreensíveis para o leitor."
Maurício Chemello, estudante de Letras/UFRGS
Sobre Prá lá e prá cá
"Percorrer o livro dos dois é passear pelas nuvens, ver sorvetes, algodão doce e todas as figuras que a fantasia permitir. Basta se deixar envolver."
Carlos Urbim,Zero Hora, 06.10.1998
"A história é simples e lúdica, envolvendo os sonhos das crianças. Mexe também com vários outros elementos do imaginário infantil, trabalhando com cores, música e poesia."
Correio do Povo, 08.11.1999