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GPS Gaza

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SINOPSE

GPS GAZA  não está centrada no conflito entre árabes e judeus. A peça tem como ponto de partida a situação de violência no território denominado Faixa de Gaza, para falar que gaza é aqui, que gaza são nossas casas cobertas de grades, que gaza é a hipocrisia nas relações, é a miséria, é a ditadura da beleza, os comportamentos impostos pela mídia, nossos medos, nossas relações intrincadas e das tantas faixas de gaza espalhadas pelo mundo inteiro. A dramaturgia é livremente criada a partir de fragmentos de textos, depoimentos, músicas, filmes, referências e inspirações diversas.
O distanciamento gerado pelo exotismo cultural é constantemente desconstruído e transformado, para que o espectador seja conduzido ao questionamento dos seus próprios valores e intolerâncias. A temática não é somente a violência que separa e segrega os seres humanos, mas também a vontade e o amor que os mantém unidos. GPS GAZA procura a Faixa de Gaza existente nas sociedades contemporâneas e dentro de cada um, aqui e agora.

Em 2014, GPS GAZA, foi indicado em cinco categorias do Prêmio Açorianos de Teatro (roteiro, atriz coadjuvante, atriz, direção e espetáculo).

DURAÇÃO DO ESPETÁCULO: 60 minutos

CLASSIFICAÇÃO ETÁRIA: 14 anos

 

FICHA TÉCNICA

Concepção e Roteiro: Camila Bauer e Deborah Finocchiaro
Roteiro livremente criado a partir de fragmentos de textos, músicas, vídeos e ideias de Deb Morgalin, Bernard-Marie Koltès, Caryl Churchil, Achim Von Arnim, Rosina Duarte, José Saramago, Rosa Sala Rose, Deepak Chopra, Jéferson Rachewski, Camila Bauer, Deborah Finocchiaro, Kevin Brezolin, Sue Gotardo, B.Z. Goldberg, Peter Joseph, Deborah Cattani, entre outros depoimentos, entrevistas e inspirações diversas.
Direção: Camila Bauer
Atuação: Deborah Finocchiaro e Sandra Dani
Assistência de Direção: Kevin Brezolin
Direção de Vídeo: Luiz Alberto Cassol
Direção de Fotografia: Lucas Tergolina
Câmeras: Lucas Tergolina e Mano (Josias Salvaterra)
Montagem e Finalização: Lucas Tergolina e Kevin Brezolin
Entrevistas e Imagens Adicionais: Kevin Brezolin
Som Direto: Kevin Brezolin, Sue Gotardo e Antonio Perra
Participação em Vídeo: Antonio Perra, Deborah Finocchiaro, João Schoninger, Luiz Paulo Vasconcelos  e Sandra Dani
Depoimento em Vídeo: Daisy Barella
Voz em Off:  Deborah Finocchiaro e Kevin Brezolin
Trilha Sonora: Fernando Lewis de Mattos e Kevin Brezolin (com exceção das Músicas “Dinheiro” de Laura Finocchiaro e Leca Machado e “Aestas Phantasie” de Guilherme Tavares). Participação nas gravações do Grupo Música Mundana: Flávia Domingues Alves, Helena Oliveira Nunes, Lucas Alves, Fernando Lewis de Mattos
Iluminação: Carol Zimmer
Operação de Luz: Carol Zimmer e Leandro Roos Pires
Operação de som e imagens: Kevin Brezolin e Vitório Azevedo
Cenografia: Rodrigo Shalako e Antonio Perra
Instalação: Tete Barachini
Figurinos:  O grupo, Ricardo Santanna e Vera Santanna
Confecção de Figurino: Naray Pereira, Ricardo Santanna e Vera Santanna
Programação Visual: Sandro Ka
Produção Executiva: Daniela Lopes e Débora Nunes/Lucida Cultura
Coordenação de Produção: Daniela Lopes
Coordenação Geral: Deborah Finocchiaro
Realização: Companhia de Solos & Bem Acompanhados e Projeto Gompa

 

BREVES CURRÍCULOS

Deborah Finocchiaro é Bacharel em Interpretação Teatral pela Faculdade de Artes Cênicas da UFRGS. Atriz, diretora, locutora, apresentadora, roteirista, autora e produtora. Em sua trajetória, recebeu 32 prêmios, entre eles 9 de Melhor Espetáculo, 17 de Melhor Atriz, 1 de Melhor Direção, 1 de Melhor Texto Adaptado, 1 de Melhor Roteiro e 3 como Melhor Artista de Teatro.  Trabalha no teatro, cinema, televisão e rádio desde 1985.

Em 2006 criou a Companhia de Solos & Bem Acompanhados, e dela fazem parte as peças que atua e dirige, “Pois é Vizinha...” (1993), “Sobre Anjos & Grilos - O Universo de Mario Quintana” (2006) e “O Macaco & A Velha” (2011); as esquetes “Crack - Queimando a Vida” (2009), “O Exame” (sobre prevenção do HIV -1998) e “Erico de Bolso” (2013); o sarau poético “Mais que Nunca a Poesia (2006);  o projeto “Histórias de Um Canto do Mundo - Memórias de Porto Alegre e do Rio Grande do Sul” (que consiste em um espetáculo solo, um show musical e um registro da obra em livro/CD)  e os espetáculos “Um Certo Capitão Verissimo”, direção Paulo Mauro (2012) e “GPS GAZA”, direção Camila Bauer (2014).

Assinou a direção do premiado espetáculo “O Urso” de Anton Tchekhov com o Grupo dos Cinco (2003). Entre outros, integrou o elenco de “Os Crimes da Rua do Arvoredo”, direção de Camilo De Lélis (1999), “Hamleto”, direção de Luciano Alabarse (1994), “Kaspar Hauser”, direção de Oscar Simch (1986), “Risco, Arisco e Corisco”, direção de Roberto Oliveira (1988) e “A Arca de Noé”, direção de Zé Adão Barbosa (1991). No cinema, atuou em “A Matadeira”, direção de Jorge Furtado (1994), “Nossa Sra do Caravaggio”, direção de Fábio Barreto (2004) e “Gildíssima”, direção Alexandre Derlan (2013). Na televisão, nas minisséries da Rede Globo “Incidente em Antares” (1994), “Comédia da Vida Privada” (1997) e  “A Casa das Sete Mulheres” (2003), nos programas especiais da RBS TV “Contos de Inverno”, “Na Trilha dos Farrapos” (2001), “Aventura” (2002), “Histórias Curtas” (2001, 2007, 2010, 2011 e 2012) e na série “Animal” do GNT, direção de Paulo Nascimento (2014).

Em 2014 foi a artista homenageada do 21º Festival Internacional de Teatro Porto Alegre Em Cena, ganhando a biografia “A Arte Transformadora”, escrita pelo jornalista Luiz Gonzaga Lopes, que integra o 5º volume da coleção Gaúchos Em Cena.

Desde 2009 assina a coluna de teatro na Rádio Band News FM Porto Alegre - 99,3.

 

Sandra Dani

Bacharel em Psicologia pela PUC (1970) e em Artes Cênicas pela UFRGS (1973); Mestrado em Artes Cênicas pela State University of New York (1983); Professora de Interpretação e Análise do Processo Criativo do Departamento de Arte Dramática da UFRGS (1976-1999); Diretora do Instituto de Artes da UFRGS (1997-1999) e do Instituto de Artes Cênicas da Secretaria de Estado da Cultura (janeiro-julho de 1999).

Atua regularmente como atriz desde 1971.  Seus últimos trabalhos em teatro são: “Descrição de uma Imagem” de Heiner Muller, direção de Mirian Amaral; “Como um Sol no fundo do Poço” e “Casca de Ferida”, texto e direção de Luiz Paulo Vasconcellos; “Almoço na casa do Sr. Ludwig”, de Thomas Bernhard, direção de Luciano Alabarse; “Beckett na Veia”, com textos de Beckett, direção de Luciano Alabarse e Luiz Paulo Vasconcellos; “Heldenplatz”, de Thomas Bernhard, direção de Luciano Alabarse; “Calamidade”, de Manuela Sawitzki, direção de Claudia de Bem (2006); “Medeia” de Eurípides, direção de Luciano Alabarse (2007), “Platão Dois em Um”, direção de Luciano Alabarse (2009), “Cabarecht”, direção de Humberto Vieira (2009) e “Bodas de Sangue”, de Garcia Lorca, direção de Luciano Alabarse. No cinema: “Histórias do Sul”, vídeo, direção de Marta Biavaschi (2002); “Sketches”, 35 mm, direção de Fabiano de Souza (2004); “A Noite”, vídeo, direção de Gilson Vargas (2005); “Quintanares”, vídeo, produção RBS TV, direção Cristiano Trein (2006); “Clô, dias de noites”, 35 mm, direção de Beto de Souza (2007) e “Quase um Tango...”, 35 mm, direção de Sérgio Silva (2008), “Linda, uma História Horrível”, Adaptação do conto homônimo de Caio Fernando Abreu, 35 mm, direção de Bruno Gularte Barreto, 2013.

Recebeu o Troféu Açorianos de Melhor Atriz por seus trabalhos em “Salão Grená” (1980), “Descrição de uma Imagem” (1993) e “Como um Sol no fundo do Poço” (1998); o Prêmio Quero-Quero (SATED) de Melhor Atriz por “Descrição de Uma Imagem” e de Melhor Caracterização por Arlequim, Servidor de Dois Patrões (1993). Prêmio Braskem e Troféu Açorianos de Melhor Atriz de 2006, por sua participação em “Calamidade” e Troféu Açorianos de Melhor Atriz por “Medeia” (2007). Prêmio de Melhor Atriz no Festival da Fronteira e Festival de Cinema de Gramado (2014) pelo curta metragem “Linda, uma História Horrível”. Indicada ao prêmio de melhor atriz pela APCA (Associação Paulista de Críticos em Artes) em 2014, pela atuação em “Oh, Os Belos Dias” de Samuel Beckett, com direção de Rubens Rusche.

 

Camila Bauer é diretora teatral e professora do Departamento de Arte Dramática - UFRGS. Doutora em “Ciências do Espetáculo” pela Universidade de Sevilha e em “Informação e Comunicação: menção Artes da Cena” pela Universidade Livre de Bruxelas (2010), realizou o Mestrado Europeu em Artes do Espetáculo Vivo (2008), com estâncias na Espanha, França, Grécia e Bélgica. Graduada em direção teatral pela UFRGS (2004), desenvolveu diferentes projetos de direção, os mais recentes sendo Estremeço (2012, Porto Alegre), Ópera L´Orfeu (2013, Porto Alegre), Ópera Dido e Enéias (2012, Porto Alegre), Sappho in Fragments (2010, Atenas), co-dirigido por Kornilia Vasileiadou, e financiado pela Harvard University e American-Hellenic Association; MedeaMaterial (2009, Sevilha); En la tierra de las lluvias dormidas (2008, Sevilha); La Intrusa (2006,Sevilha), entre outros. 

Trabalhou como professora de teatro na Universidade de Sevilha entre 2007 e 2010, nos cursos de graduação e pós-graduação, com ênfase em dramaturgia e direção teatral, alem de ministrar seminários e workshops na mesma área. Recentemente premiada com o Prêmio Braskem, categoria Melhor Direção Teatral (2012, Porto Alegre, por Estremeço), ministrou oficinas e palestras sobre dramaturgia e encenação no México (2012) e Espanha (2014). 

 

 

NECESSIDADES TÉCNICAS

O espetáculo tem versatilidade, podendo adaptar-se a diferentes espaços e em diferentes condições técnicas a combinar.

Espaço:
Caixa preta, fundo preto; 05 varas internas, 01 vara externa, 01 vara de proscênio e 01 vara para cenário (antes da última vara de luz);
Dimensões de palco: Altura: 7m, Largura: 8m, Profundidade: 8m
Projeção:
01 aparelho data-show (mínimo de 7.000 ansi lumens) que deverá estar no local da apresentação no horário marcado para início da montagem.
Iluminação:
O rider especificado abaixo é o ideal para um espaço com as medidas ideais. Ele pode ser adaptado, desde que previamente acordado com a produção do espetáculo.
Lâmpadas
14 Elipsoidal ETC zoom 25º - 50º (com faca, 2 porta gobo)
02 Elipsoidal ETC 10º (com íris)
14 Plano Convexo
12 Fresnel
12 Set light (pode ser substituido por 06 Ribaltas Led RGB)
04 P.A.R. 64 foco 5
03 P.A.R. 56 foco fechado (loco light)
Comando
Mesa Avolites Pearl 2010
36 canais de Rack
Sustentação
05 varas no palco (sendo uma delas atras do cenário)
06 escadas laterais
01 vara de proscênio
01 vara de frente
03 suporte de piso (pé de galinha)
Efeitos
Máquina de fumaça DMX 512 com ventilador (sempre que possível a fumaça pode ser
colocada pelo sistema de ar-condicionado)
Obs: A cabine de comando/house de luz deve ser frontal ao palco, com boa visibilidade, com assento para operação e iluminação de trabalho na mesa.
Responsável técnico de luz - Carol Zimmer – contato: 51 9989.6305 / carolszimmer@gmail.com
Sonorização:
01 mesa de som de no mínimo 12 canais (analógica ou digital)
Sistema de PA (preferencialmente com sistema de subwoofer)
Sistema de retorno (preferencialmente side-fill)
Cabo p2 estéreo/p10 estéreo (ou p2 estéreo/2 p10 mono)
Responsável técnico de som - Vitório Azevedo – contato: 51 9989.7688 / vitorio.az@gmail.com
Montagem:
Mínimo de 10 horas, o ideal é fazer um dia antes da apresentação.
Transporte:
Dependendo da distância, transporte aéreo ou van ou carro grande para cenário e equipe de seis pessoas (não incluindo motorista): 02 atrizes, 01 diretor, 01 produtor, 01 técnico de som e projeção, 01 técnico de luz.
Peso do cenário: 60kg
Estadia e alimentação:
Para 06 pessoas (não incluindo motorista)
Rooming list: 04 apartamento single e 01 apartamento duplo

ALGUNS COMENTÁRIOS E DEPOIMENTOS

“Venho aqui parabenizar o Belíssimo espetáculo que emociona pela força das Atrizes pela Poesia de transpor a Faixa de Gaza para o cotidiano em que vivemos e faz com que nos responsabilizemos cada vez mais pelo Mundo, Cidade, Pessoas, Amigos e por Nós. A faixa de Gaza está dentro de cada um! Obrigado a toda equipe, eu sai tocado!!!”
Juliano Samarth Rossi, ator, artista plástico

"GPS GAZA estremece as bases nada sólidas da nossa zona de conforto. Vai ao encontro de um pensamento incessante: Em que lugar estou? O que faço de melhor para mim, para as pessoas, para a natureza, para o mundo? Um misto de frustração e de esperança. De doer o coração. Além, da performance brilhante das atrizes Deborah Finocchiaro II e Sandra Dani. Obrigada.”
Lia Ribeiro, publicitária e jornalista

"... Excelentes atrizes, o tema nos faz pensar muito na questão de Gaza. A peça expõe a situação de violência na Faixa de Gaza e faz nos pensar se não estamos vivendo essa mesma guerra, os mesmos sofrimentos , passando pelas mesmas misérias impostas por conceitos e pré conceitos... Eu trabalho diretamente com a questão da migração e refúgio, conheço bem a questão dessas pessoas...”
Marcia Lis, socióloga

"Sempre acreditei que o teatro se dispunha a acrescentar e conscientizar as pessoas... Mesmo que o espetáculo não fosse belíssimo (e é), mesmo se o enorme talento de Sandra e Deborah não fizessem diferença (e FAZ!!!), mesmo se não existisse o olhar competente desta diretora (e existe!!!).....GPS GAZA por si só valeriam pelo simples fato de colocarem na nossa cara toda uma realidade que EXISTE!!! ...”
Carlos Azevedo, ator e iluminador

“Tentei encontrar uma palavra para definir o que senti assistindo a esse espetáculo e não achei, apesar de trabalhar com palavras a mais de 30 anos. Mas foi uma mistura de oco no peito, de soco no estômago e nó na garganta. Obrigada Deborah, Sandra, Camila e toda equipe...”
Rosina Duarte, jornalista

“... Saí com uma sensação de preenchimento e gratidão e essas duas artistas e sua equipe pelo que me proporcionaram. Um espetáculo sensível, com muito conteúdo e cheio de significados; além de ser conduzidos por duas “divas” do teatro brasileiro. Parabéns e obrigado...”
Paulo Guimarães, bailarino, professor e empreendedor cultural

"... achei um trabalho excepcional o de vocês. E o texto é muito importante para o momento que estamos vivendo..."
José Eduardo Degrazia, escritor

 “Não recuperei o fôlego ainda! Incrível!”
Ingrid Muguerza Prá, 21 anos, estudante

“Atual, dramático representa o agora...”
Cláudio Araújo Sideral,74 anos, biólogo

“Vem de encontro com a necessidade de atirar uma cultura de paz, onde o “humano” seja resignificado. Parabéns a todos.”
Silvia Ramos, 66 anos, atriz

“Um choque de realidade. Reflexões como estas nos mantém vivos. Obrigado!”
Brenda, 19 anos, jornalista

 “Mais um trabalho excelente da Cia de Solos e Bem Acompanhados, parabéns! Continuem cada vez mais!”
Rogério Müller Elste, 58 anos, arquiteto

“Achei o espetáculo bastante forte, me provocou algo muito forte.”
Pamela Zan Vianna, 16 anos, estudante.

“Incrível! Lindo, denso, tenso, inquietante...difícil de explicar! Parabéns as atrizes e a direção perfeita! Diga a ela que eu amei!”
Nadia Mancuso, professora teatral

“São muito raros hoje em dia os espetáculos de teatro que abordam, direta ou indiretamente, os problemas que assolam o país e o mundo. Alguém viu nos últimos tempos alguma peça que falasse em corrupção e impunidade? Alguém viu recentemente num palco algum personagem discutindo vandalismo ou racismo? Ah, sim, tem Hamlet e Otelo, mas foram escritas no século 17... Esse talvez seja o principal mérito da montagem de GPS Gaza, estreada durante o 21º Porto Alegre Em Cena. Concebido por Camila Bauer e Deborah Finocchiaro, o espetáculo se inspira, de forma contundente, embora às vezes com fantasia e ironia, na situação de violência entre árabes e judeus em eterna disputa pela extensão de terra na costa oriental do Mar Mediterrâneo chamada Faixa de Gaza. O texto é composto por fragmentos de contos, músicas, entrevistas e outras referências jornalísticas e dramatúrgicas... textos que conduzem o espectador a pensar em seu próprio universo, seus valores, sua ética, suas crenças e descrenças... A direção de Camila Bauer é sutil e ao mesmo tempo impactante, provocando momentos de reflexão sobre a faixa de Gaza que cada um carrega dentro de si...”
Luiz Paulo Vasconcellos, ator, diretor e crítico teatral - Jornal Zero Hora, 30 de setembro de 2014.

 

MATERIAL GRÁFICO

 

TEASER

 

www.facebook.com/GPSGAZA
gpsgaza.wordpress.com

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