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Canto de Cravo e Rosa está de volta

Canto de Cravo e Rosa é um espetáculo de teatro para crianças com uma estética que remete ao universo popular. O trabalho foi construído a partir de formas populares de representação e músicas extraídas do folclore brasileiro, buscando encantar, divertir e valorizar os laços de identidade existentes entre esses pequenos cidadãos e a cultura de seu povo. A fábula que narra as intrigas da Venenosa Senhora Aranhosa, as trapalhadas do Sapo ingênuo, o amor do Cravo e da Rosa e a perspicácia do Grilo, da Joaninha e de outros bichos do jardim, é repleta de acrobacias, cores e música. Além disso, a utilização e a não utilização das máscaras possibilitam um jogo extremamente lúdico entre ator-personagens-público. As canções são o elo de identificação de diversas gerações que brincaram e se encantaram com "O Cravo Brigou com a Rosa", "Atirei o Pau no Gato", "Pirulito que bate-bate" e muito mais. São utilizados diversos instrumentos de percussão folclóricos, como o pandeiro, o tambor Ilu, o Pau de Chuva e o reco-reco-guampa-de-boi, dentre muitos outros, além de violões, cavaquinho, gaita, trompete e flautas. O espetáculo valoriza a identidade do pequeno cidadão com seu povo.

A história acontece em um jardim, todos os bichos e plantas estão em harmonia. A música é a atividade que mais encanta a todos e o Cravo e a Rosa são os cantores prediletos, já que, inspirados pelo amor que os une, cantam juntos as mais belas canções. No entanto, a Venenosa Senhora Aranhosa pretende tomar todas as atenções pra si e ser o grande astro musical do local. Para impedir que a Rosa e o Cravo sigam cantando, resolve torná-los tristes e inventa uma intriga para acabar com o namoro deles. Enganando o sapo guloso, mente que se ele ganhar um beijo da Rosa conseguirá muitas moscas para comer e atiçando o ciúme do Cravo, consegue provocar a briga, envolvendo todos os outros moradores do jardim na confusão. O que a Aranha não percebe é que é extremamente desafinada e que ninguém nunca vai querer escutar suas cantorias. Quando ela começa a cantar, todo mundo sai de perto. Com o Cravo desmaiado de desgosto, a Rosa triste, o Sapo envergonhado e a Aranha desiludida, todo o jardim se cobre de pesar e a música acaba. A Borboleta, o Grilo, o Mosquito, a Joaninha e a Formiga percebem que a Aranha foi quem causou toda a confusão, já que não consegue evitar de ter atitudes mesquinhas. A pressão de todos e o seu insucesso fazem com que Aranhosa revele a sua tramóia.

A peça trata da valorização das características individuais dentro do coletivo: “Ninguém é igual a ninguém, eis aqui uma verdade. Mais bonita e colorida é a nossa diversidade!”

De 15 de agosto a 06 de setembro
sábados e domingos, às 16h
Teatro de Câmara Túlio Piva – Rua da República, 575.

 

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