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Ah! Aquela confiança que tem uma criança rezando... Inocente confiança. Alegria. Quem é de nós que reza com alegria? Parece que só existe mesmo o Deus das crianças... Deus é impróprio para adultos.

   

"...os Anjos do Senhor estuprando as mais belas filhas dos mortais... 
Deles, nascem os poetas. 
Não todos... Os legítimos espúrios: 
um Rimbaud, um Pöe, um Cruz e Souza... 
(Rege-os, misteriosamente, o décimo-terceiro signo do Zodíaco.)"

   

E um dia os homens descobriram que esses discos voadores estavam observando apenas a vida dos insetos...

   

E se alguém consegue conservar por toda a vida a criança que tem em si, esse alguém será realizado e nunca envelhecerá.

   

Se eu fosse acreditar mesmo em tudo o que penso, ficaria louco.

   

Também me lembro que quando eu era gurizote e briguei mais uma vez para sempre com a Gabriela, deixei-a ali na praça (era domingo, depois da missa) e fui passar pela sua casa, pela sua calçada, pela sua rua...

   

Dizem que o poeta é produto do meio. Bobagem! O poeta é um produto contra o meio.

   
Comecei a ser poeta como um cachorro que cai n’água e não sabia que sabia nadar. E sabia...
   

A minha escola poética? Não freqüento nenhuma. Fui sempre gazeador de todas as escolas...

   

Santo da minha devoção? São Jorge, com seu cavalo e seu dragão. Sou devoto dos três...

   

Eles ergueram a torre de Babel 
para escalar o Céu. 
Mas Deus não estava lá! 
Estava ali mesmo, entre eles, 
ajudando a construir a torre.

   

“Tão bom viver dia a dia... 
A vida, assim, jamais cansa... 
Viver tão só de momentos 
Como essas nuvens do céu... 
E só ganhar, toda a vida, 
Inexperiência...esperança...”

   

“ – A morte é muito aperitiva: um aperitivo da vida... O homem é o único animal que sabe que vai morrer. Isso dá mais sentido, mais vida a cada momento nosso...”

   

Uma formiguinha atravessa, em diagonal, a página ainda em branco. 
Mas ele, aquela noite, não escreveu nada. 
Para quê? Se por ali já havia passado o frêmito e o mistério da vida...

   

Dos anjos não posso absolutamente duvidar, em vista da insistência com que aparecem em meus poemas.

 


 
Todos os direitos reservados a Deborah Finocchiaro