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Marcelo Spalding
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Marcelo Spalding é professor, escritor, palestrante e jornalista. Formado em Jornalismo e Letras, é mestre e doutor em Literatura pela UFRGS, professor da Uniritter (Língua Portuguesa e Oficina de Criação Literária), editor do portal Artistas Gaúchos, idealizador do Movimento Literatura Digital, autor dos livros `As cinco pontas de uma estrela`, `Vencer em Ilhas Tortas`, `Crianças do Asfalto`, `A Cor do Outro` e `Minicontos e Muito Menos` e colunista do Digestivo Cultural. Recebeu dois Prêmios AGES Livro do Ano (2008 e 2009) e um Prêmio Açorianos de Literatura (2008). Como acadêmico, é especialista em miniconto e em Literatura Digital.


Cidade Porto Alegre
E-mail marcelo@marcelospalding.com
Site www.marcelospalding.com


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Acabo de ler o livro "Minicontos e muito menos" (comprei hoje na aula da Laís) e preciso te dar os parabéns. Muito bom, Marcelo, tanto a tua parte quanto a da Laís. E achei a edição muito legal também, o formato, as ilustrações... Vou levar meu exemplar semana que vem pra vocês assinarem.
Era só isso mesmo!
Adriano Andrade, Porto Alegre 29/09/2017 - 13:316483
Marcelo, adorei esse texto. Identifiquei-me com sua indignação. Parabéns e obrigada por ter escrito sobre esse tema. Um abraço, Rebeca.
Rebeca Bedone, São José do Rio Preto/SP 17/09/2017 - 15:586480
"ricocheteavam" e "entreolharam-se" são sinais de um narrador que, conscientemente ou não, se poe num degrau diferente dos personagens. O que poderia ter escrito? "batiam" e "olharam um para o outro"? Sim, bons substitutos, mas duvido que os personagens usassem essa linguagem para descrever o que estava acontecendo. Zé miúdo usaria alguma metáfora para descrever tudo isso? Ou usaria um monte de palavras que, sinceras e verossímeis, descrevem seu jeito de ver o mundo, mas que que simplesmente nunca usaria na vida real, pois não é assim que ele fala? É do narrador a prerrogativa de querer manter-se neutro, mas isso o briga a falar como o personagem fala ou ele pode usar a linguagem que lhe soa mais familiar? Seus personagens se entreolham, mas duvido que saibam disso.
marco polo laufer, viamao 16/09/2017 - 22:306479
Realmente Jacira, o ensino está a desejar, eu que gosto muito da língua portuguesa e estou sentindo falta de conteúdo, as escolas deveriam dar mais aprofundamento no estudo, principalmente quando se trata de português, para formar cidadãos mais cultos e que se expressem bem na escrita. Abraço.
Adenilson Selestrino dos Santos, Arapoti - Paraná 11/09/2017 - 09:246462
o mundo precisa mais de projetos onde aprenderia-mos cada vez mais a desapegarmos um livro por ai, onde podesse crescer cada vez mais .
maria clenilde araujo, valença/PI 18/08/2017 - 11:296453

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